quel pauvre con

Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

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um anao not so sweet soltou das suas...
entre às banalidades quotidianas e outros nao sei o quê, a liberdade desaparece em mais um rasgo de pele. a táctica é simples e assim costumam fazer.
Voltamos de ferias sem pachora para nada e amanhá já é uma sensaçao de segunda quando devía ser já e presente de uma sexta feira - já passou.
Estamos na rotina de sempre. um acordar como qualquer outro de segunda. Um what a fuck que ecoa entre linhas que vao desde um toque de despertador até ao café relax de I´ m desperto. umas passas num cigarro. um olhar sobre o horizonte sem saber a razao deste instincto e o dia estará por começar aussi calme que toujours.
Os passaros com os seus quotidanos monologos matutinos agitam, a sua maneira, um vivo sentir onde apenas humanos circulam em ruas desertas por uma hora, das 6 as 7 para os mais distraídos de entre nós. E já caminha-se para um autocarro ou metro que nos arrasta para o centro, the factory que ocupa el tiempo que debíamos perder, entre nós a cultivar ou a vegetar. Entretanto um gadget nos faz viver urbano e cair na realidade. Tudo normal?
Aparentemente a liberdade foge para um twiteia-se para alegrar o dia
- Roms Expulsion!
Nada é supostamente normal! algumas cabezinhas começam o dia a limpar a casa.
quel pauvre con ce tipe!
Em grito mudo permaneço por um tempo... aparentemente what a fuck 'r' we accepting!


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nota

Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010

afinal tudo é fútil!
tudo evapora algum dia... resquícios de uma vida em normas que já não fazem sentido
e de novo a esperança de um novo amanhecer soulage son coeur
dentro de um splish tudo será novo
bendita amnésia
I am reborn

à parte

Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

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Não me interessa a felicidade de todos os homens Apenas a felicidade de cada um e de cada ser vivo que por aí andam

no further

q
u
e
s
t
i
o
n
s

No more questions CAN I EXPECT ...

Vian Pessoa Rimbaud Vergílio Ferreira Camus Sartre

Al Berto Cesariny Heiner Muller
Prevert
Hemingway


Ainda esperam que tentemos escrever algo de belo

Maupassant



Caio muitas vezes na lástima miserável do que sou aqui no meio de vós Sou nada
Sou o luto da vida que anda por aí Acolá Ali sou menosprezado adorado até a medula e nada Nada passe nada aconteça nada enlace Esqueço e esqueço aqui no meu scanner que sofre e que no fundo recai na sua demente sad life de melancólico Excêntrico existencialista Snobe ultra direita mais que direita
Mas só me interessa mesmo a blue melody de ser um génio que a vida castigou não sei porquê
Por nada


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texto deslaxadamente posto

Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

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desejo um incontornável desejo de deitar-me ao solo
ouvir o teu bater
sentir uma chama que me impulsa latir umas linhas que derivam nessa arrogância de ser eu
yogar fundo
libertar e ser libertario
freaze my soul
dentro de nada será noite
saudade
dentro de nada sera noite

doar-se é matar-se lentamente cozido em delicatessen repasto de amargos e crueis devoradores de sonhos
Nunca
nunca antes te desejei tanto...reminisciência que me espera

uma linha ténue separa a realidade da sombra em que me afundo entre sabanas deslizando way to the eliseum dream
lá fora tudo normal
por dentro umas ruinas (des) soterrando-se da pena que se m´ofrece
em frente, por outro lado, se vislumbra a incertitude de ser-se um ser mais à deriva

je regarde la mer...
je garde toujours un goût âmer...
vivo nessa realidade
vivo nesse conforto que me suspira em cada linha
dentro de nada será noite
saudade
dentro de nada será noite

em mil desejos espero uma irrupçao de escombros de um mundo que já cesse de encontrar-se
na rua semi deserta
circulo
aparentemente só
incrivelmente melancolico desaguo uma gota na existência que tarda a pronunciar-me
desejo essa vida que me espera
anseio essa vida que não terei
com um egocentriko desejo de writer abandonado em sua propia orgia de vaidades
queridos pares... abandono-me
dentro de nada será noite
saudade
dentro de nada será noite

é como abrir-se uma caixa de pandora e ter a confirmaçao que tudo é emptyness
é olhar para essa escarpada falesia alma nuestra y dejarse correr
correr imovel
parar frente a yellow moon
ke vejo ke sou ke serei e tantas outras banalidades reminiscentes povoam este meu hangar outrora um cemitério verdejante
contudo obra-se
justifica-se que de nada serve estagnar
dentro de nada será noite
saudade
dentro de nada será noite

e assim de repente uma melodia se torna em processo de vida
one trully feeling of hope
tudo se apaciguará nesse desejo realidade
tudo deslizará nessa linha contínua descontínua que nos sensibiliza
nada mais importa
nesse refrao que é a noite
a saudade perfile-se como a única bela verdade de existir

....for now on I´m almost complete
dentro de nada serás eu ou um breve suspiro que sussurou.





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Mais um extracto de NoteBook

Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

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10)

A todos my beloved friends

A todos que confiam em mim

Tenho andando desleixado e indigno dessa confiança sem entraves que me concebeis.

De inovação não vejo um ponto neste caderno de sessions ambulantes

De lirismo nada de novo que faça girar a terra mais que a sua própria gravidade

Desleixado me refastelo ao sol, aqueço o corpo como um lagarto em horas mortas

No pensamento estou ancorado no ontem que me brutaliza a ordem do dia


Não deveria ter sido uma besta

Deveria ter mantido a delicada candura da margarita que balanceia ao vento

16 horas passaram e ainda ainda não consegui matar a raiva que me vulgarize

Estou perdido neste túnel sem luz nem esperança


Walt... Frederico... Arthur

Terão passado vocês por estes tristes black out?

Ao contrario de vós não tenho o génio nem a síntese de beleza na veia que conduz a minha lira

Mais de nunca, ontem vulnerabiliza a minha capacidade de agir

Em vossos braços entro no último conforto que me resta

Neles a minha hora morta ao sol terá sensibilidade de ser...

Mais ainda...

Será uma utilidade de ter sem proclamar nem supor .... A única verdade que nos guie ao som do vento e das gaivotas

Sem um fim no horizonte – o caminho torna-se um prazer

Assim como a tua retina irriga um oceano digno para afogar-se


Trully friends of mine

A pedra permanecerá para contar esta fairy tale de engomar

I' m such a lazy bastard






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15) extracto de Misha NoteBook

Terça-feira, 17 de Junho de 2008

Triste panorama para contemplar

Está tudo louco!

They're all insane


O homem é como o oceano

Amargo e cruel... Bondoso e livre como o ar que respiramos

Nessa imensa colecção de escolhas que o deprime

Como sempre a mais simples e menos eficaz escolha se perfila


Money rules they say


Os de batina e colarinho clamam por pobreza e partilha quando nem sequer partilham a sua riqueza

convencem-te a investir nas suas obras...

Mas como dizem o custo será pouco...


Algo maior que esse custo me revolta...

O controlo que se exerce sobre os oprimidos

Não há nada pior para o homem que ser sometido a uma vassalagem ideológica


O homem como o oceano é livre

Assim deve permanecer


Por outro lado...

Inquieta-me la pauvre Marianne constament violée para ce pauvre con de Sarko

Entristece-me a Berlutalia de campos de concentração e expulsão

In UK tenemos el gordo Brown mas não interessa

In United States the hope returns to black Obama

Espero sinceramente que não se vende às industrias de armamento, de farmacêutica e seguros médicos

We really need a change in Sam fucking land


De resto nas noticias morreu Yves Saint Laurent e toda a high society estava presente, excelentes canapés, musica Callas y de resto que coño importa...


Como dizia o Homem é como o Oceano, tão grande como bem mais de até onde se pode ver

Às vezes avistam-se faróis, indicam um caminho mas não impeçam uma deriva por correntes de sensações que desconhecemos


Na vida apenas sente-se e vive-se


Money rules converte cada vez mais adeptos nessa luta por um lugar ao ouro

Cada vez mais oceanos morrem

Cada vez mais a morte sai a rua vestida de verde, azul, roxo e todas essas outras cores que porta Misses Lady Coin

- moeda que nos corrompe...


Vou manter-me out desse desastre

O meu oceano e o seu lugar ao sol dizem-me ao ouvido que tudo o resto é supérfluo

Dentro de mim tenho um oceano de vida pronto para oferecer




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13) extraído de Misha Notebook

Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Já não se vêm abelhas...


Isso entristece o meu espírito

Como a abelha desaparecerei sem que notem a minha falta


Sinto-me acossado



Observado

Sinto-me um target de uma fera desprezível e opressora

Esgoto a minha paciência

Perco o sentido de amar


Ke vulnerável sou


Não haverá conflito! As usual order must prevail

Como outros morrerei com a verdade entre os braços


Uma ordem e progresso hipócrita se desenha but my days are gone

Brevemente deixará de haver flores

Ça me déchire...



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